Antes de condenar o carregador de bordo, é preciso separar três coisas: a fonte (tomada, wallbox, cabo), a comunicação entre estação e veículo, e o carregador em si. A maioria dos casos de “não carrega” nasce em instalação elétrica e em falha de comunicação, não na peça dentro do carro.
A ordem correta de investigação
- Tomada e instalação — tensão sob carga, aterramento, disjuntor e seção do cabo. Instalação subdimensionada é a causa mais frequente de recarga que cai
- Cabo e conector — pinos, travamento e resistência do cabo modo 2 ou 3
- Comunicação — o protocolo entre estação e veículo, que é onde mora boa parte das falhas
- Carregador de bordo (OBC) — a peça dentro do carro, testada por último
- BMS — que pode recusar a carga por temperatura ou por proteção
Sinais que apontam para cada lado
| Sintoma | Suspeito principal |
|---|---|
| Carrega na tomada comum, não no wallbox | Comunicação ou configuração da estação |
| Carrega no wallbox, não em outro | Configuração de corrente da estação |
| Cai depois de alguns minutos | Aquecimento de tomada ou disjuntor |
| Não inicia em lugar nenhum | Carregador de bordo ou BMS |
| Carrega muito devagar | Limite de corrente, temperatura ou saúde do pack |
O ponto de segurança que ninguém deveria ignorar
Recarga em tomada comum, com fiação antiga e sem aterramento, é uma das principais causas de incidente com veículo elétrico. Ponto dedicado, disjuntor correto e aterramento não são luxo.
O que a Goes Monkey faz
Diagnóstico completo da cadeia de recarga: medição na instalação, teste do cabo, leitura da comunicação e avaliação do carregador de bordo com procedimento de alta tensão.
Carro elétrico ou módulo com falha?
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