Nem toda perda de autonomia é bateria gasta. Temperatura, estilo de condução, pneu com pressão baixa, uso intenso de climatização, freio arrastando e desbalanceamento entre módulos reduzem alcance sem que a bateria tenha perdido saúde. Medir o SOH separa o que é degradação do que é uso.
O que reduz autonomia sem defeito nenhum
- Frio e calor extremos — a química da célula rende menos fora da faixa ideal, e o carro gasta energia condicionando o próprio pack
- Pressão de pneu baixa — o item mais subestimado, e o mais barato de corrigir
- Velocidade alta constante — resistência aerodinâmica cresce ao quadrado da velocidade
- Climatização em uso intenso — em elétrico, aquecer a cabine custa energia de tração
- Carga e reboque
- Freio arrastando por pinça travada, que rouba energia continuamente
O que é defeito de verdade
| Achado | Significado |
|---|---|
| SOH abaixo do esperado para a idade | Degradação real de células |
| Um módulo com tensão destoante | Desbalanceamento, com reparo possível |
| Queda súbita de autonomia | Falha de célula ou de sensor, não desgaste |
| Consumo parasita com o carro desligado | Módulo que não entra em repouso |
| Recarga que não completa | Carregador de bordo ou BMS |
Como o diagnóstico é feito
Leitura do SOH e do histórico do BMS, tensão e temperatura por módulo, teste de consumo em repouso, verificação de arrasto de freio e conferência de pressão e desgaste dos pneus. Só depois disso se fala em bateria.
O que a Goes Monkey faz
Diagnóstico completo com os números registrados, incluindo comparação do SOH com o esperado para a idade e a quilometragem do veículo. Se a causa for uso e não degradação, dizemos isso — e a conta fica em zero.
Carro elétrico ou módulo com falha?
Mande modelo, ano e o que está acontecendo. A Goes Monkey faz o diagnóstico da rede, avalia o sistema de alta tensão com procedimento certificado e diz o que é reparo de bancada e o que é substituição — com orçamento por escrito.