O motor de tração é o componente mais durável do carro elétrico — não tem combustão, não tem vela, quase não tem desgaste. O que falha nele é o entorno: rolamentos, sensor de posição do rotor, isolamento do enrolamento após infiltração e o redutor que liga o motor às rodas.
O que realmente dá defeito
Rolamentos
Ruído que acompanha a velocidade, não a rotação do motor a combustão. É o defeito mais comum e o mais simples.
Sensor de posição do rotor
Sem ele, o inversor não comuta as fases corretamente. Dá perda de potência, ruído e código de fase.
Isolamento do enrolamento
Infiltração de água ou de líquido de arrefecimento compromete o isolamento e gera falha de isolação — item de segurança, não de desempenho.
Redutor e semieixos
O conjunto que transmite o torque. Torque instantâneo castiga junta homocinética e coxim mais do que num carro equivalente a combustão.
Como o diagnóstico separa motor de inversor
Perda de potência aponta para os dois. A separação vem da leitura de fase, do teste do sensor de posição e da medição de isolamento — feitos com o sistema desenergizado e com procedimento formal.
Sinais para não ignorar
- Ruído agudo que cresce com a velocidade
- Vibração na aceleração forte
- Aviso de falha de isolamento — parar de usar o veículo
- Cheiro elétrico característico
O que a Goes Monkey faz
Diagnóstico com procedimento de alta tensão, medição de isolamento, avaliação de rolamento e do redutor, e reparo do que é reparável — com o motor de tração tratado como o que ele é: uma peça cara que raramente precisa ser trocada inteira.
Carro elétrico ou módulo com falha?
Mande modelo, ano e o que está acontecendo. A Goes Monkey faz o diagnóstico da rede, avalia o sistema de alta tensão com procedimento certificado e diz o que é reparo de bancada e o que é substituição — com orçamento por escrito.